O problema do pós-modernismo: a irrealidade do discurso e da práxis

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Cartaz “curioso” na entrada da biblioteca da UFJF: Jocoso para alguns, sério para outros – A panfletagem ideológica de caráter estéril

por Lucas Rodrigues

“É aquela coisa: desconstroem até as próprias calças, mas não a si mesmos.”

Anônimo 

Muito se têm falado da tão conhecida pós-modernidade, ou pós-modernismo. Um termo amplo que engloba inúmeras vertentes de pensamento e classes em termos de áreas: arte, filosofia, sociologia, história e afins. O momento em que, por fim, a modernidade (enquanto “cisão” com a Idade Média) e sua era de revoluções (das “populares” até a industrial) fora por fim superada, e essa superação sendo a pós-modernidade.

Com a morte de Zigmund Bauman, célebre autor de Tempos Líquidos, veio a tona a conceitualização daquilo que está para desmoronar, liquefazer-se: é observável que a pós-modernidade é justamente isso. Guardemos esse raciocínio, pois é deveras importante para esta análise.

Outra alusão a pós-modernidade, ao menos na minha ótica pessoal, vem do título da obra de Marshal Berman  Tudo o que é sólido se desmancha no ar sendo esta afirmativa uma máxima de Marx no Manifesto Comunista. A questão é, tal afirmativa dizia sobre o tempo de Marx, a modernidade, não o que viria após ela. Porém, tal afirmativa se encaixa de modo perfeito para os nossos dias, dias estes que relativizam até mesmo o que não pode, ou que, à priori, não deveria ser relativizado.

Mas, até então, conseguimos observar as pessoas e seus discursos padronizados nos diferentes âmbitos e, embora possamos enxergar as contradições dos pós-modernos (na maioria das vezes, eles nem assim se definem) porém nem sempre se consegue defini-los dentro de um espectro que não seja o de esquerda…

Mas um histórico partido de esquerda se manifesta, e as coisas tomam uma outra roupagem.

Por esses dias, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) o partido histórico, outrora da Internacional Comunista, o partido de Prestes e Olga Benário, o partido que representou e ainda, em partes, representa a “verdadeira” e “legítima” esquerda no país se manifesta acerca dos pós modernos: todos deveriam ler a análise.

Quem são os pós-modernos e por quais motivos lutam contra eles os marxistas (veja a nota do PCB aqui com fonte do “Diário Liberdade”) de autoria do Prof. Diego Grossi, mestre em História pela UFRJ que explica exponencialmente a questão. Um texto, digamos, deliciosamente digno e sucintamente verdadeiro.

Portanto, deixo claro aqui que a análise a seguir, será uma análise marxista sobre o pós-modernismo e digo mais, o materialismo histórico-dialético (espectro teórico aqui utilizado) dentro do espectro que Diego Grossi (e o PCB) se mostra útil para a separação da esquerda e da ex-querda (entendedores entenderão) pois, um espectro analítico voltado à direita, seja conservador ou liberal, irá homogeneizar e lançar num mesmo “buraco” todas as nuances como uma mesma coisa só, o que não é verdade.

Abaixo, comento algumas considerações de Grossi

“1 – De fato o termo “pós-modernismo” é amplo por si mesmo, afinal, não designa uma escola de pensamento em específico e muito menos um movimento conscientemente organizado (nem há consenso entre seus críticos, mesmo no campo do marxismo). Existem vários autores sob seu guarda-chuva, assim como divergências entre estes, além do fato de poucos aceitarem o rótulo de “pós-moderno” (ou, o que é linguisticamente mais preciso, “pós-modernista”). Por isso, de início, vale considerar o pós-modernismo como um “fenômeno”; algo que se dá a partir de determinadas condições objetivas e que, apesar dos seus agentes reprodutores nem sempre terem consciência do fato de estarem inseridos no mesmo, possui uma série de características que, relacionadas entre si, permitem identificar uma manifestação de tal fenômeno e assim classificá-lo.”

 Os indivíduos dentro do “pensamento” pós-moderno nem ao menos sabe que está sob tal égide, isso demonstra uma alienação? Mas os outros é que são alienados! Explica-se por si só, não?

“2 – Mas por qual motivo classificar esse fenômeno como “pós-modernismo”? Grosso modo pelo fato de partir de uma premissa cara aos seus primeiros formuladores: a suposta superação do que chamam de “modernidade”. Para os pós-modernistas “puro sangue” a sociedade “moderna”, do capitalismo industrial e baseada nos valores oriundos do iluminismo, teria sofrido profundas mudanças qualitativas e quantitativas que teriam levado a modernidade à superação – logo, viveríamos numa “era pós-moderna”. Assim, quando se aponta que alguém é “pós-moderno” (e, talvez fosse mais correto chamá-lo de “pós-modernista”) está se falando em algo como “apologista do pós-modernismo”; ou seja, de alguém que, conscientemente ou não, abraça a ideia de superação da “modernidade” por essa tal nova sociedade “pós-moderna” e projeta-se politicamente com base nesse princípio. Discordarmos dessa premissa – pois, ainda que com importantes mudanças, o modo de produção capitalista continua a manter suas principais características, inclusive o conflito entre capital e trabalho como centro das contradições – e por isso acusamos sua existência, mesmo que implícita.”

Ora, então essa galera pensa mesmo que tudo da modernidade fora superado? O capitalismo evoluiu tanto assim que o que antes era agora deixou de ser? E a questão de rupturas e permanências? É, estudar História é bom, mas não essa história que a maioria acha que conhece… mas até explicar isso você consegue ser taxado de “mortadela” numa rapidez inimaginável.

“3 – Todavia, é importante destacar que não é uma polêmica meramente nominalista. Não seria tão problemático (ainda que, dependendo da abordagem, continuasse a ser problema) dizer que as mudanças existentes no capitalismo marcariam uma transição profunda para “novos tempos”. O problema maior é a conclusão derivada: se a sociedade “moderna” estaria superada, os projetos políticos e ideológicos fundamentados na mesma também! Tais projetos seriam, basicamente, aqueles oriundos do iluminismo, baseados em noções como o uso da razão e da ciência como instrumento de compreensão da realidade, a busca por valores (como liberdade e igualdade) universalmente válidos, entre outros. No campo de “ideologias modernas” supostamente superadas por se basearem numa “modernidade” não mais existente (alegam) estaria o marxismo. Portanto, os pós-modernos (ou pós-modernistas) incorrem em um anticomunismo distinto daquele conservador ou reacionário. Para eles a “modernidade” estaria superada – como se algo tivesse passado da validade. Não seria questão de negar sua edificação em prol de conservar algo antigo, mas de constatar sua superação.”

A partir dai desenha-se um quadro bem delineado: esse pessoal acha que é de esquerda, mas se contradiz recorrentemente. Tal contradição dos nossos dias é o modelo clássico de contradição: o PT e seus defensores ferrenhos, defensores esses que compõem vários coletivos, inclusive estudantis e que se dizem de esquerda.

“4 – Apesar das primeiras grandes manifestações pós-modernistas serem, grosso modo, vistas massivamente nos anos 1960 e 1970, é com a queda da União Soviética em 1991 que o pós-modernismo tem grande difusão. Segundo os aspirantes a coveiros da História, a queda da URSS demonstraria que os projetos “modernos” estariam superados. A última esperança oriunda do iluminismo, o socialismo, teria, aí, uma pretensa prova da sua falência.”

Mais uma contradição: como os atuais “revolucionários” e mobilizadores pós-modernos se dão a alcunha de socialistas, se sua práxis e justamente seu discurso demonstra exatamente o oposto?

– Mas Marx não concluiu como deveria ser a luta, a militância, o comunismo! E os marxistas enriqueceram o pensamento marxiano, vide Lênin!

Ok, mas será mesmo que os atuais “revolucionários” tem a mesma lucidez de realidade como Lênin ao passo que se mostram totalmente alheios ao mundo real?

(É tão trágico que os ditos cujos nem ao menos sabem organizar greves e mobilizações, passando por cima da democracia interna de um órgão que é assegurado pela isonomia de um estatuto)

Ps. Vide as organizações contra o impeachment\golpe e contra Michel Temer no que toca principalmente as mobilizações estudantis.

“5 – Assim, a humanidade não teria mais nenhum projeto capaz de ser universal e responsável por unificar as mais diversas demandas sob um programa geral (como a luta de classes contra o capitalismo pelo socialismo faria ao interligar a questão colonial, negra, de gênero, etc. à luta anticapitalista). Caberia, portanto (segundo os “pós-modernistas”), a cada “minoria” lutar por si mesma de acordo com suas próprias necessidades sem se preocupar com as demais questões.”

Esse é o ponto principal, cada minoria luta por si só, excluindo as questões universais.

“6 – O pós-modernismo sustenta, dessa forma, uma espécie de “egoísmo coletivo”: solidariedade exclusiva com os que compartilham das mesmas opressões. Vem sendo frequente nos meios militantes influenciados pelo pós-modernismo expressões como “não me silencie” ou “não roube meu protagonismo”, por exemplo; que, apesar de parecerem exigir uma solidariedade inquebrantável, não passa de apologia do egoísmo – já que qualquer intervenção “externa” divergente, ainda que positiva e propositiva, incorreria, necessariamente, em reprodução de interesses de opressão.”

Um homem sincero, consciente de sua posição rumo à desconstrução de seu machismo, que não pode divergir de alguma ação da classe feminista por simplesmente não ser mulher, ou LGBT, ou negro, ou índio, ou isso ou aquilo. O PCB por exemplo tem todas esses movimentos, mas o mais importante: a luta é conjunta para a derrubada do capitalismo. Portanto, qualquer luta isolada que não tenha um caráter classista e por consciência, comunista, torna-se estéril.(1) Não existe fim da opressão contra as minorias sem o fim do capitalismo que as mantém.

“7 – Portanto, é importante notar que o que separa marxistas-leninistas e pós-modernistas não é o apoio ou não às lutas das chamadas (frequentemente de forma errada) “minorias”. O marxismo luta por “minorias” desde muitas décadas antes do pós-modernismo existir. Enquanto liberais como Locke, Montesquieu e até mesmo Stuart Mill justificavam, em maior ou menor escala, a escravidão, Marx foi um grande crítico dessa instituição. Engels, numa das obras mais seminais do marxismo, “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, inspirado nos socialistas utópicos, deu papel de destaque à questão da mulher ao notar que na origem da propriedade privada estaria também o “pecado original” que estabelecia o domínio dos homens sobre as mulheres. O Dia Internacional da Mulher foi obra da II Internacional a partir da proposta da comunista Clara Zetkyn. Um dos grandes mecanismos que permitiu o sucesso do socialismo no século XX foi a capacidade da III Internacional (Internacional Comunista) dar resposta à luta dos povos oprimidos contra o neocolonialismo. Graças à postura dos comunistas, era comum que qualquer militante do movimento negro dos EUA fosse chamado de “bolchevique”. Apesar da questão LGBT ter recebido tratamento inadequado por parte considerável dos marxistas (inclusive na obra de Engels citada), hoje países como Cuba vêm corrigindo essas falhas. Os marxistas sempre lutaram e continuarão a lutar por qualquer bandeira que se mostre justa.”

E nessa perspectiva reitera-se a máxima: Não existe fim da opressão contra as minorias sem o fim do capitalismo que as mantém.

“8 – Porém, mesmo com contradições profundas entre as perspectivas de tipo marxista e as pós-modernas não raro as críticas sobre pós-modernismo recaem também em cima de alegados militantes socialistas. Sobre isso é importante notar o que foi dito no primeiro ponto: pós-modernismo enquanto fenômeno passível de ser identificado por determinadas características. O Brasil historicamente recebeu e produziu expressões liberais bem conservadoras. Aqui qualquer bandeira progressista tende a ser relegada à esquerda socialista (ou que se alega como tal). Pessoas que defendem tais bandeiras geralmente não encontram espaço fora da esquerda e, assim, acabam fazendo uma mixórdia de ideologias na sua própria cabeça.”

Nisso se dá a problemática inicial. Geralmente (e isso se dá constantemente) os indivíduos que se colocam em luta pela defesa de sua categoria de “minoria” não encontra espaço nos partidos e nas ideologias de direita, geralmente fascistas ou puramente reacionárias, protecionistas, conservadoras e neo-liberais. Quando algum partido toma tal pauta, é de lei que tenha inúmeros motivos para fazê-lo, menos o que importa: destruir a opressão que é estrutural e ratificada pelo capitalismo.

“9 – Algumas características que permitem identificar a manifestação do fenômeno pós-modernista nos meios militantes aparecem “originalmente” como fundamentações teóricas e ideológicas que dão sustentação à premissa principal sobre uma suposta superação da modernidade, como: a) negação da ciência (nítida na acusação de que a ciência seria “uma invenção da sociedade ocidental patriarcal opressora” ou no apontamento de que qualquer debate teórico seria “academicista”); b) a contestação sobre a existência de verdades universalmente válidas (muito presente, de forma implícita, na sacralidade da “vivência”, em que cada um teria a “sua verdade”, que não poderia ser cientificamente constatada ou refutada enquanto uma “verdade única”); c) o culturalismo, mecanismo excelente de negação da realidade objetiva em prol das questões subjetivas; d) a redução na realidade aos discursos produzidos sobre a mesma (assim, por exemplo, buscaram combater uma opressão estrutural mudando os discursos ao pretenderem apagar o gênero das palavras usando uma letra “neutra”, o “x”, no lugar de vogais tidas como masculinas e femininas – de alunos/alunas para “alunxs”); e) a diluição de noções de “poder” e “política” (enquanto para o marxismo nenhum dos dois pode ser descolado do conceito de Estado, para pós-modernos, talvez a partir de Foucault e suas ideias sobre “micro-poderes”, pautas como “empoderamento individual” aparecem em detrimento do controle do poder em torno do Estado); f) o já comentado egoísmo coletivo, no qual as lutas contra as opressões sobre “minorias” não são dadas a partir de uma constatação objetiva da realidade concreta julgada por valores universais, mas sim como questões de ordem moral; e g) o multiculturalismo e a tosca ideia de que um elemento cultural é propriedade privada de um povo e que se não for assim há “apropriação cultural” (o que tem muito a ver com os já comentados multiculturalismo e negação da universalidade).”

O multiculturalismo, a ideia de “apropriação cultural”, a destruição do patriarcado com palavras de ordem, a diluição do sexismo e a relativização até da linguagem (“oi migxs”) são marcas próprias dos pós-modernistas. Isso se torna uma banalidade da luta, onde o principal foco não ocupa mais a importância primordial da militância, sendo o lugar mais propenso ao proliferar de tais concepções, a universidade (que por ironia deveria ser justamente o lugar que isso não deveria acontecer).

“10 – Por conta da dificuldade encontrada pelos pós-modernos no que concerne à defesa de seus absurdos, é cotidiano que se esquivem do debate ao bradarem acusações de que todos os críticos seriam conservadores ou pessoas interessadas na manutenção de “opressões” – o que vem gerando, inclusive, episódios de agressão (aberta ou não – como campanhas caluniosas contra mulheres e homens comunistas). Entretanto, basta uma breve consulta bibliográfica para constatar o contrário. Grandes nomes progressistas das ciências humanas e sociais, brasileiras e internacionais, como Ellen Wood e Ciro Flamarion Cardoso, possuem vasta obra de críticas que vão dos fundamentos epistemológicos até os movimentos sociais/seitas pós-modernistas. Logo, combater o pós-modernismo é tarefa de qualquer um que acredite que existe uma realidade objetiva que não só pode ser compreendida através da razão e da ciência, como também transformada e melhorada a partir dos resultados dessa compreensão – especialmente da parte da militância marxista. Afinal, o pós-modernismo é, como foi comentado, inerentemente anticomunista nos fundamentos epistemológicos e nas ações propostas. O que está em jogo não é a defesa ou não das lutas e dos movimentos de “minorias”, mas sim a forma de fazê-la. Enquanto marxistas propõe, de um lado, fazê-la a partir da integração dos setores progressistas da sociedade sob um programa de caráter emancipatório universal baseado no acúmulo do conhecimento geral de toda a humanidade e na análise científica da sociedade; pós-modernos reduzem-na a seitas identitárias que tomam como dever apenas a luta da própria “minoria” (e que frequentemente entram em contendas entre si para disputar o lugar de “oprimido por excelência”), abrindo mão do conhecimento humano acumulado e da ciência em prol da abordagem apenas moral da opressão, incorrendo, por vezes, na própria oxigenação com base na manutenção do mero ódio contra aqueles que não compartilham diretamente da mesma opressão, levando a um modus operandi que não raro flerta com as práticas do fascismo clássico.”

Outra característica dos pós-modernistas é a de não aceitar suas contradições, a falta total de auto-crítica. Quem não a realiza, por consequência, cai em desgraça, vide o PT.

Grossi fecha sua explanação de maneira sublime ao sublinhar que

“Logo, combater o pós-modernismo é tarefa de qualquer um que acredite que existe uma realidade objetiva que não só pode ser compreendida através da razão e da ciência, como também transformada e melhorada a partir dos resultados dessa compreensão – especialmente da parte da militância marxista.”

Isso, na minha opinião, é o caminho de volta para o bom senso…

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Abaixo, Grossi compartilha algumas leituras indispensáveis sobre a questão do pós-modernismo:

Sugestões bibliográficas introdutórias para quem estiver buscando ter uma visão dos diversos aspectos do fenômeno e entender tal conceito, desde seus fundamentos teóricos até os motivos de divergência com os marxistas:

– CARDOSO, Ciro Flamarion. Epistemologia pós-moderna, texto e conhecimento: a visão de um historiador. Disponível em: <http://www.uem.br/dialogos/index.php?journal=ojs&page=article&op=viewArticle&path[]=290>. Acesso em 10 jan. 2017.

– CARDOSO, Ciro Flamarion. História e paradigmas rivais (parte do livro “Domínios da História”). Disponível em: <https://www.dropbox.com/s/8fwntn9be13vv0o/HIST%C3%93RIA%20E%20PARADIGMAS%20RIVAIS%20Ciro%20Flamarion%20Cardoso.pdf?dl=0>. Acesso em 10 jan. 2017.

– WOOD, Ellen. Em defesa da História: o marxismo e a agenda pós-moderna. Disponível em: <www.ifch.unicamp.br/criticamarxista/arquivos_biblioteca/artigo262Art1.8.pdf>. Acesso em 10 jan. 2017.

Sobre o marxismo-leninismo e as lutas contra as diversas opressões vale consultar:

LOSURDO, Domenico. Revolução Russa e democracia no mundo. Disponível em: < https://periodicos.ufsc.br/index.php/interthesis/article/viewFile/1807-1384.2015v12n1p361/29669.>. Acesso em 10 jan. 2017.

*Diego Grossi é mestre em História pela UFRJ.

Ilustração: Biblioteca da UFJF durante ocupação estudantil (2016)

Fonte: Diário Liberdade

Fonte: https://pcb.org.br/portal2/13296

(1) Todos os coletivos do PCB tem em comum a visão classista contra o capitalismo, ou seja, movimentos puramente comunistas. E são eles:

LGBThttp://www.pcb-baixadasantista.net/movimento-lgbt/

Unidade Classista (o operariado no geral)https://unidadeclassista.org.br/uc1/2301

Movimento Negro – Minervino de Oliveira: https://coletivominervino.wordpress.com/

Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro: http://anamontenegro.org/

Juventude e Classe Estudantil: http://ujc.org.br/

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